
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Mansory Bentley Continental GT Speed
Foi-se o tempo em que os russos trafegavam pela antiga União Soviética a bordo dos modestos carros da Lada. Com a chegada do capitalismo, eles não só adotaram um novo estilo de vida como também criaram gosto por carrões, em especial os superpotentes. Alguns dos preferidos são os modelos da inglesa Bentley. Porém, como manda a etiqueta do mundo consumista, não basta apenas ter o carro. Uma tunada também é bem-vinda na Rússia.


Atenta a esse novo público, a preparadora local TopCar lançou um kit de customização para o Continental GT e sua versão ainda mais esportiva, a cupê GT Speed, que você confere nas fotos. Chamado de Bullet, o pacote para os possantes da Bentley inclui um novo capô com entradas de ar mais acentuadas, grade frontal estilizada, saias laterais, rodas aro 20” escurecidas e faróis e lanternas com leds.


Além dos itens que aprimoram o arrefecimento e a aerodinâmica do carro, a TopCar também oferece aos modelos pintura fosca e saídas de escapes cromadas, o que dá às duas versões do Bentley Continental um aspecto agressivo ainda mais acentuado. Para o motor 6.0 W12 nada foi feito, uma vez que os 610 cavalos de potência que o bloco gera já são suficientes até mesmo os exigentes motoristas russos, maravilhados com as novidades que o mundo capitalista traz e dispostos a pagar cada vez mais por elas.
Texto: Thiago Vinholes
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Ford Maverick GT 1973 - restaurado
A década de 70 foi única sob vários aspectos. A moda abusou do exagero criando looks marcantes. A música embalou milhões de mentes que buscavam apenas liberdade de espírito. No campo automotivo a crise do petróleo tirou os beberrões das ruas, mas não sem antes dar espaço a algumas máquinas inesquecíveis.

É interessante salientar também que o mundo passava por um período de transformações. Guerras, novas tecnologias, fim dos Beatles, morte do rei do rock Elvis Presley. Realmente foram anos que não passaram em branco. Aliás, a própria televisão em cores passou a marcar presença nos lares brasileiros.

Estávamos vivendo o chamado ”milagre econômico” e foi uma época de grandes esportivos equipados com motores de oito cilindros em V. É o caso deste belíssimo Ford Maverick GT, na cor Laranja Mandarin, que saiu da linha de montagem exatamente no dia 13 de dezembro de 1973. E ninguém melhor do que o dono da máquina, Reinaldo Silveira, para contar essa história em detalhes.
O título da matéria nos remete ao slogan que a empresa criou com o intuito de estimular as vendas. Nesse período ele tinha concorrentes de peso e disputava a atenção com o Dodge Charger R/T e o Chevrolet Opala SS, isso sem falar do Puma GTB S1, que chegaria mais tarde esquentando a briga.

Entre uma série de curiosidades sobre o carro, uma se destaca: quase que o modelo não veio para o Brasil. A Ford estudava a idéia de trazer o europeu Taunus em seu lugar. Mas o sucesso do Maverick nos Estados Unidos fez com que a diretoria mudasse de idéia. Até se comenta que um laboratório feito com possíveis compradores apontou a escolha da primeira opção, mas o norte-americano acabou sendo lançado.

Esse clássico nacional chama a atenção à distância. As faixas pretas na carroceria evidenciam seu espírito esportivo. Como muitos veículos antigos esse também passou por um rigoroso processo de restauração. “O trabalho durou oito meses, de dezembro de 2006 a julho de 2007. Suspensão e embreagem novas, motor retirado, pintado e todos os selos substituídos. Coletores de exaustão aluminizados. Sistema elétrico novo. Interior original, com bancos de couro respeitando o padrão de fábrica. Essa restauração foi conduzida pelo João Rondini, com resultados muito bons”, conta Reinaldo.
Uma das características mais marcantes é o ronco do veoitão, que não passa sem ser notado. Ele recebeu um carburador quadrijet da Holley, comando de válvulas Crane 272/278º, coletor de admissão Edelbrock de alumínio, distribuidor Mallory e ignição Crane. O sistema de escapamento é um 8x2 e o Ford despeja aproximadamente 260 cavalos brutos no asfalto. E tem mais: “o câmbio é um Tremec T5 e o carro ainda tem freios a disco nas quatro rodas e utiliza pneus Cooper Cobra 225/60 R14 na frente e 245/60 R14 na traseira”, salienta o proprietário.

Reinaldo também conta que tem outras máquinas na coleção, mas o cupê da Ford tem uma história especial. “A mais marcante é que sempre quis um Maverick, que acabou sendo só o terceiro carro antigo que adquiri depois do Landau 1981 a álcool e do Charger R/T 1978”, ressalta. “Logo que comprei meu pai ficou muito contente, pois sabia da minha vontade de ter um deles. Então ele foi para a restauração e sempre me perguntava quando ficaria pronto. Infelizmente o processo somente terminou dois meses após seu falecimento”, diz.

O GT segue se destacando no trânsito e também na passarela. Ele participou dos desfiles dos dois últimos eventos chamados de “Maverick Night”, realizados no sambódromo do Anhembi. Além disso, sai para esticar os músculos a cada quinze dias, sempre abastecido com gasolina aditivada.
Desse modo o esportivo marcou vidas, deixou lembranças e, mesmo após trinta e seis anos, segue fascinando as pessoas de espírito jovem e apaixonadas por carros. No caso do Reinaldo ele passou a simbolizar também, de certo modo, um elo forte e eterno entre pai e filho.

Fonte: Revista Auto Esporte

É interessante salientar também que o mundo passava por um período de transformações. Guerras, novas tecnologias, fim dos Beatles, morte do rei do rock Elvis Presley. Realmente foram anos que não passaram em branco. Aliás, a própria televisão em cores passou a marcar presença nos lares brasileiros.

Estávamos vivendo o chamado ”milagre econômico” e foi uma época de grandes esportivos equipados com motores de oito cilindros em V. É o caso deste belíssimo Ford Maverick GT, na cor Laranja Mandarin, que saiu da linha de montagem exatamente no dia 13 de dezembro de 1973. E ninguém melhor do que o dono da máquina, Reinaldo Silveira, para contar essa história em detalhes.
O título da matéria nos remete ao slogan que a empresa criou com o intuito de estimular as vendas. Nesse período ele tinha concorrentes de peso e disputava a atenção com o Dodge Charger R/T e o Chevrolet Opala SS, isso sem falar do Puma GTB S1, que chegaria mais tarde esquentando a briga.

Entre uma série de curiosidades sobre o carro, uma se destaca: quase que o modelo não veio para o Brasil. A Ford estudava a idéia de trazer o europeu Taunus em seu lugar. Mas o sucesso do Maverick nos Estados Unidos fez com que a diretoria mudasse de idéia. Até se comenta que um laboratório feito com possíveis compradores apontou a escolha da primeira opção, mas o norte-americano acabou sendo lançado.

Esse clássico nacional chama a atenção à distância. As faixas pretas na carroceria evidenciam seu espírito esportivo. Como muitos veículos antigos esse também passou por um rigoroso processo de restauração. “O trabalho durou oito meses, de dezembro de 2006 a julho de 2007. Suspensão e embreagem novas, motor retirado, pintado e todos os selos substituídos. Coletores de exaustão aluminizados. Sistema elétrico novo. Interior original, com bancos de couro respeitando o padrão de fábrica. Essa restauração foi conduzida pelo João Rondini, com resultados muito bons”, conta Reinaldo.
Uma das características mais marcantes é o ronco do veoitão, que não passa sem ser notado. Ele recebeu um carburador quadrijet da Holley, comando de válvulas Crane 272/278º, coletor de admissão Edelbrock de alumínio, distribuidor Mallory e ignição Crane. O sistema de escapamento é um 8x2 e o Ford despeja aproximadamente 260 cavalos brutos no asfalto. E tem mais: “o câmbio é um Tremec T5 e o carro ainda tem freios a disco nas quatro rodas e utiliza pneus Cooper Cobra 225/60 R14 na frente e 245/60 R14 na traseira”, salienta o proprietário.

Reinaldo também conta que tem outras máquinas na coleção, mas o cupê da Ford tem uma história especial. “A mais marcante é que sempre quis um Maverick, que acabou sendo só o terceiro carro antigo que adquiri depois do Landau 1981 a álcool e do Charger R/T 1978”, ressalta. “Logo que comprei meu pai ficou muito contente, pois sabia da minha vontade de ter um deles. Então ele foi para a restauração e sempre me perguntava quando ficaria pronto. Infelizmente o processo somente terminou dois meses após seu falecimento”, diz.

O GT segue se destacando no trânsito e também na passarela. Ele participou dos desfiles dos dois últimos eventos chamados de “Maverick Night”, realizados no sambódromo do Anhembi. Além disso, sai para esticar os músculos a cada quinze dias, sempre abastecido com gasolina aditivada.
Desse modo o esportivo marcou vidas, deixou lembranças e, mesmo após trinta e seis anos, segue fascinando as pessoas de espírito jovem e apaixonadas por carros. No caso do Reinaldo ele passou a simbolizar também, de certo modo, um elo forte e eterno entre pai e filho.

Fonte: Revista Auto Esporte
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Double Prisma + 17"
Representantes do PrismaClube na Bahia
Prisma Elite (DiogoPaoli): suspensão trabalhada de altura fixa, rodas Noova aro 17 modelo NV9. Bi-Xenon H4 e angel eyes nos faróis.
Prisma de Prata (sHanDe): Suspensão a ar, rodas Kromma aro 17 modelo KR1380 com pintura black personalizada, pneus Yokohama S.Drive 195/40 R17. Bi-xenon H4 nos faróis e xenon Hb4 nas milhas.




Prisma Elite (DiogoPaoli): suspensão trabalhada de altura fixa, rodas Noova aro 17 modelo NV9. Bi-Xenon H4 e angel eyes nos faróis.
Prisma de Prata (sHanDe): Suspensão a ar, rodas Kromma aro 17 modelo KR1380 com pintura black personalizada, pneus Yokohama S.Drive 195/40 R17. Bi-xenon H4 nos faróis e xenon Hb4 nas milhas.




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